Pulo do Lobo

terça-feira, dezembro 06, 2005

Debate

As pessoas que apreciam circo e touradas, não gostaram do debate entre Cavaco e Alegre. Foi "morno" ou, na versão mais figurativa, um "bocejo". As pessoas que não gostam de Cavaco, continuaram a não gostar de Cavaco e assim será até ao fim. Os que toleram Alegre, como um intruso chato, acharam-no porventura trivial e pouco "agressivo" para Cavaco. Em suma, faltou ali o "hardcore" que só Louçã e, no seu melhor e pior, Soares, podem dar. Somos, de facto, um povo paradoxal e difícil de governar, como dizia Jorge Dias nos anos sessenta. Queremos o mesmo e o seu contrário. Nunca estamos, felizmente, satisfeitos. Sucede que um daqueles dois homens vai ser, quase de certeza, o próximo chefe de Estado. Não está num "reality show" para impressionar donas-de-casa desocupadas ou "intelectuais" agarrados à sua cartilha habitual. Julgo que se percebeu por que é que ambos estão aparentemente à frente nos "estudos de opinião". E por que é que os dois devem ter "crescido" um pouco mais. Não precisaram de berrar para estabelecerem as suas diferenças. Não se comportaram como se concorressem a uma mera disputa de feira popular. Por mais que alguns gostassem, estas eleições presidenciais não têm "dramaticidade" nenhuma. E quem mais tentar transformá-las num pífio ringue de boxe, entre a "esquerda e a direita", ou entre "o diabo e os anjos", mais perde.

11 Comments:

  • At 8:03 da tarde, Blogger sabine said…

    Por mim, não pertenço a esses dois grupos.
    Está claro que o que faltou ao debate foi uma só coisa: boas ideias!
    Em relação ao "ringue de boxe" tê-lo-emos quando Soares entrar nos debates: será um lavar de roupa suja... mas sem ideias na mesma!
    Quanto ao candidato apoiado por V. Exas. ele só dirá aquilo que for apropriado para ganhar as eleiçóes logo na primeira volta.

     
  • At 10:33 da tarde, Anonymous Critico said…

    Nem mais nem menos, caro João Gonçalves.
    Podemos estar em lados diferentes da "barricada" política.
    Mas, definitivamente, temos o mesmo conceito sobre civilidade, educação; e sobre o verdadeiro romance por vezes pornográfico em que se transformou a política portuguesa.

     
  • At 10:35 da tarde, Anonymous critico said…

    Nem mais nem menos, caro João Gonçalves.
    Podemos estar em lados diferentes da “barricada” política, mas temos igual conceito de civilidade, educação e elevação política. E da produção pornográfica em que a política portuguesa tantas vezes se vem transformando.

     
  • At 11:37 da tarde, Blogger Arrebenta said…

    Para se divertirem também um bocado, desse lado da barricada.
    Saudações democráticas :-)

    GRANDE ENTREVISTA DE CAVACO SILVA A KATIA REBARBADO D'ABREU
    (12ª. e última Parte) - "Que Futuro?..."

    (Continuação)

    K.R.A. – Professor, apesar de se apresentar como um candidato supra-partidário, continua a ser um Sá-carneirista convicto…

    C.S. – Sim, minha senhora, e, agora... que passa mais um malogrado aniversário sobre o seu desaparecimento, do fundo do meu coração, cada vez mais me sinto um Sá-carneiristo convicto...

    K.R.A. –Tem consciência, no entanto, de que no período em que dirigiu o P.S.D., foi inúmeras vezes criticado por ter tentado destruir a espinha dorsal do partido desse fundador, afastando-se da ideologia inicial, e, sobretudo, deixando infiltrar-se nele todo o tipo de carreiristas provenientes das mais diversas fontes, sobretudo ex-maoistas, dos quais salientaria, pela negativa, Durão Barroso, Pacheco Pereira, ou, mesmo Zita Seabra...

    C.S. – Minha senhora, em todos os períodos de crescimento…

    K.R.A. – Sim, Professor, todos o períodos de crescimento são iguais, mas eu atrever-me-ia a dizer-lhe que há uns mais iguais do que outros. Todavia, e repegando na sua afirmação, enquanto Sá-carneirista, continua a acreditar em "Uma Maioria, um Governo, um Presidente"?

    C.S. – Do mais fundo do meu coração, minha senhora…

    K.R.A. – No entanto, se, como pensa, for eleito, em Janeiro, o Professor terá uma Presidência, mas uma maioria e um governo, em nada coincidentes consigo…

    C.S. – Deixe-me discordar do que disse… Deixe-me dizer-lhe que o Eng. Sócrates…

    K.R.A. – … que o Eng. Sócrates se atreveu a fazer em 7 ou 8 meses tudo aquilo que nem o próprio Professor conseguiu, nos seus 10 anos de maiorias absolutas…

    C.S. – E é por isso que eu próprio tenho, repetidas vezes, afirmado que é muito cedo para julgar o Eng. Sócrates…

    K.R.A. – Não estranha que o Povo Português, que se levantou contra si na Ponte, que permanentemente obstruía a sua governação, através das célebres "forças de bloqueio", subitamente se tenha deixado domesticar, e passado a aceitar, bastante passivamente, coisas e situações que teria liminarmente rejeitado, no período 1985-1995?...

    C.S. – Isso só vem provar que eu tinha razão, e que já nessa altura não me enganava, e que Portugal poderia estar num outro caminho…

    K.R.A. – Eventualmente, na cauda de todos os países entrados neste último alargamento. Deve estar lembrado de que a sua desatenção aos problemas sociais foi tal que o seu sucessor, o Eng. Guterres, teve de dizer que era chegada a altura de esquecer os números e começar a pensar nas pessoas…

    C.S. – E a senhora acha bem o que ele fez, ao tentar alargar a base de distribuição de capitais por pessoas sem habilitações, muitas delas que nem sequer sabiam onde ficava Oxford, esbanjando, e provocando um desequlíbrio das Contas Públicas?…

    K.R.A. – … o desequilíbrio das Contas Públicas era seu, Professor.., o maior "deficit" do período, apesar dos célebres 3 Orçamentos, o de Estado, o das Privatizações e o dos Fundos Estruturais. Mas vou-lhe perguntar directamente: por que pensa que os Portugueses estão a acatar tão pacificamente as medidas do Eng. Sócrates?...

    C.S. – Sinceramente, penso que os Portugueses amadureceram, se habituaram à existência de uma Finança próspera, a que os salários devem ser tributados para ajudar, sempre que necessário, ao equilíbrio das contas públicas…

    K.R.A. – A minha explicação é outra, Professor: os Portugueses estão calados, porque, nas expectativas que tiveram, durante o período crítico de 1985-1995, de se tornarem cidadãos europeus de pleno direito, viram, pelo contrário, desaparecer os Fundos Estruturais, diminuir o seu nível de Formação, aumentar desmesuradamente o Custo de Vida, sem consequente aumento de salários, e, em contrapartida, endividarem-se cada vez mais, para poderem ter algo que se assemelhasse ao Sonho Europeu que lhes estava a ser descaradamente roubado…

    C.S. – Minha senhora…

    K.R.A. – Pois é, Professor, os Portugueses estão calados porque estão crivados de dívidas, apavorados com darem um gesto em falso, e lhes cair imediatamente em cima a garra das penhoras do carro, da casa e de todos os bens que tiveram de adquirir artificialmente, através do recurso a cada vez mais prósperas e usurárias instituições financeiras.
    Depois de ter deixado as pessoas com habilitações básicas, de ter dado carta branca para a destruição da Agricultura, das Pescas, da Indústria, depois de ter tornado Portugal num mero quintal de bens importados, o que pensa o Professor fazer, caso seja eleito, para inverter esta tendência?...

    C.S. – Minha senhora, a senhora está a ser injusta… Obviamente que Portugal precisa de uma dose de confiança que só a minha eleição lhe poderá dar, mas relembro-lhe que nos encontramos numa sólida situação das instituições financeiras privadas. Só nos primeiros meses deste ano…

    K.R.A. – Portanto, o Professor não exclui a hipótese de lançar todos os Portugueses para o Sector Terciário?...

    C.S. – Se isso for uma solução, por que não?...

    K.R.A. – Ou seja, em última análise, de colocar metade da população defronte de monitores do Millennium-BCP ou do Banco Espírito Santo, a consultar o que a outra metade vai depositando do outro lado do balcão, trocando depois de posição, passando os do monitor para o balcão e os do balcão para o monitor, tudo isto em sistema fechado, e debaixo de um circuito de vídeo-vigilância?...

    C.S. – E por que não, minha senhora?... Se vir bem, isso até seria uma matéria de ampla colaboração Presidente/Governo, ou, mesmo, uma abordagem inovadora do Choque Tecnológico!...

    K.R.A. – Com os Portugueses já habituados à dureza das medidas de austeridade, não lhe poderia passar pela cabeça que, depois de eleito, e, portanto com dois desaires eleitorais seguidos, Autárquicas e Presidenciais, para a área da actual Maioria, considerar que estavam reunidas as tais "condições excepcionais" para uma dissolução da Assembleia, e convocação de eleições antecipadas, ou seja, submeter os Portugueses às mesmas medidas, mas lideradas por um Governo P.S.D., eventualmente encabeçado por Manuela Ferreira Leite?...

    C.S. – Minha senhora, é muito cedo para me pedir que trace aqui esses cenários…

    K.R.A. – ... que para alguém que acredita numa Maioria, num Governo e num Presidente, talvez não estivessem assim tão afastados…

    C.S. – Minha senhora, cada coisa a seu tempo.

    K.R.A. – O Professor confessa-se uma pessoa muito atenta às mudanças mundiais, sobretudo, ao problema da Globalização. Como quer devolver a confiança e melhorar o nível de vida dos Portugueses, sem o rio de ouro dos Fundos Comunitários, e com os Chineses, por exemplo, a produzirem 10 vezes mais e a ganharem 100 menos, para lançarem no mesmo patamar de, enfim… sucata, a que o Professor reduziu a Indústria Portuguesa, entre 1985-1995?...

    C.S. – Ora ainda bem que me fala no exemplo Chinês: aí está o exemplo de onde uma nação confiante, com uma direcção forte e um modelo económico bem definido, pode atingir enormes níveis de produtividade a baixo custo…

    K.R.A. – Está a falar do trabalho escravo e das contrafacções?...

    C.S. – Obviamente que não, minha senhor, a Sociedade Neo-Liberal não é feita de escravos!... Basta… enfim... eu posso dar-lhe um exemplo… quando vou com a minha esposa, a Paris, tirar os modelos das roupas que se vão usar no ano seguinte, e que a costureira dela a ajuda a fazer, é usual ver muitas pessoas bem sucedidas, eu diria mesmo, milionários chineses, a fazerem as suas compras nas lojas mais caras de Paris, como qualquer cidadão ocidental!... A senhora não me vai dizer que os Campos Elísios estão cheios de escravos chineses!...

    K.R.A. – Nem o Professor afirmar que são alguns milhares de chineses abastados que podem esconder a subsistência, em níveis mínimos, e com horários de trabalho inaceitáveis em qualquer sociedade pós-iluminista, de largas faixas de milhões de humanos, seus concidadãos…

    C.S. – Minha senhora, numa sociedade de cariz liberal, nem todos poderão triunfar por igual, mas devemos dar-nos por satisfeitos de que haja muitos chineses a poderem ir a Milão, Paris, Londres ou Nova Iorque fazer as suas compras!... Os outros, eventualmente, não souberam aproveitar as oportunidades a que tiveram acesso. Posso mesmo adiantar-lhe que, se pudesse, gostaria de ter percentualmente, em Portugal, o mesmo número de milionários de que a China já dispõe…

    K.R.A. – Posso assegurar-lhe, embora não disponha dos números exactos, de que poderá ter conseguido algo muito próximo desse objectivo, durante os seus dois mandatos governamentais…

    C.S. – Ora aí está, vê como me dá razão, e de como o modelo chinês poderá ser um bom indicador para Portugal recuperar a Confiança, a Força de Vontade e os objectivos que agora lhe faltam!...

    K.R.A. – É curioso como o Professor, um neo-liberal, se venha socorrer de um modelo pró-comunista, neo-reformado… aliás, há quem diga que o seu pragmatismo, duro, e de algum modo apolítico, terá muitas vezes levado a que muita da Direita mais radical se tenha revisto em si, ao mesmo tempo que conseguia fascinar uma Esquerda de teor Estalinista mal-disfarçado. Não nos podemos esquecer de que, durante duas maiorias absolutas consecutivas, conseguiu roubar votos, não só ao sector Democrata-Cristão, transformando o C.D.S. no célebre "Partido do Táxi", como também os roubou ao P.S. e mesmo ao ortodoxo P.C.!... 50% de votos não se conseguem, meramente recorrendo ao eleitorado de base social-democrata…

    C.S. – E tenho muito orgulho desses feitos…

    K.R.A. –… que foram obtidos em tempo de vacas gordas. Relembro ao Professor que só lhe foi permitido governar com conforto depois de o último Governo de Bloco Central, presidido pelo Dr. Mário Soares, ter, com o auxílio de Ernâni Lopes, equilibrar as Contas Públicas. Ou seja, o Professor apareceu, quando as condições eram favoráveis, e tornou-se célebre por desaparecer, sempre que a conjuntura não lhe era de feição, e basta relembrar o seu abandono do Governo da A.D., presidido por Pinto Balsemão – que nunca lho perdoou --, ou já no final da sua 2ª. Maioria Absoluta, quando entregou o Dr. Fernando Nogueira às feras, sabendo que se arriscava, como veio a acontecer, a perder…

    C.S. – (silêncio)

    K.R.A. – Os Portugueses não deverão temer, com a situação económica, financeira e social do país a degradar-se, de dia para dia, que o Professor, subitamente, e, mais uma vez, abandone o barco?...

    C.S. – Minha senhora…

    K.R.A. – Resumindo: já ficou aqui patente que o Eng. Sócrates encontrará em si um aliado para prosseguir políticas que não pouparão nada, nem ninguém, para dar o primado do equilíbrio das contas, em detrimento do bem-estar social…

    C.S. – Minha senhora, na minha especialidade de Finanças Públicas…

    K.R.A. – Já sabemos: na sua especialidade, uma conta certa vale um milhão de pedintes, e dois milhões de desempregados…

    C.S. – Ó, minha senhora, por amor de deus…

    K.R.A. – ... e que quando os Portugueses já estiverem suficientemente descalçados, endividados e garrotados, e o Eng. Sócrates se tornar num força de bloqueio, poderá abanar a situação partidária, de modo a voltar a chamar a sua área política de base para o Governo…

    C.S. – (silêncio)

    K.R.A. – Que culturalmente, apenas poderemos esperar de si o regresso de Lá Férias, Ritas Ferros e Vascos Graças Mouras…

    C.S. – E de Katia Guerreiro, minha senhora…

    K.R.A. –… sim, eventualmente a sua maior conquista pré-eleitoral: ter introduzido no imaginário português o KAPA, uma letra que não pertence ao nosso alfabeto…

    C.S. – Também teremos, em 2006, o "Rock in Rio"…

    K.R.A. – … mais uma vez, patrocinado pela Opus Dei, que , aliás, tinha uma gigantesca árvore de Natal plantada, o ano transacto, em Belém, e que, este ano, já a conseguiu pôr a desfigurar a excelente Praça do Comércio, e que pelo avançar dessa Seita no nosso quotidiano, para o próximo ano, deverá ter uma árvore de Natal prantada no alto do Castelo de São Jorge!...

    C.S. – Minha senhora, por amor de deus…

    K.R.A. – O Professor tem consciência de que, apesar de tudo se lhe apresentar como favas contadas, ainda agora a procissão vai no adro?... Lembra-se do que sucedeu em 1986, com a 2ª Volta das Eleições Presidenciais, em que Freitas do Amaral, "QUASE" eleito à 1ª., foi derrotado pelo candidato Mário Soares, que partia em visível desvantagem, e com um desgaste governamental fortíssimo?...

    C.S. – O Professor Freitas do Amaral, que tive muito gosto em apoiar…

    K.R.A. – … enquanto parecia ir ganhar, e cujas dívidas de campanha deixou de ajudar a pagar, mal ele perdeu… O Professor Freitas do Amaral… O Professor Cavaco Silva não tem medo, por exemplo, do impacto que venha a ter no espectro eleitoral português uma pública declaração de apoio do Professor Freitas do Amaral à candidatura de Mário Soares?... Não poderá começar aí o fim da sua… enfim… euforia pré-presidencial?...

    C.S. – (silêncio)

    K.R.A. – Professor, esta nossa entrevista já vai longa, a partir de hoje, o Professor irá ter oportunidade de discutir estas e outras ideias, nos sucessivos debates televisivos, em que irá participar, mas antes de nos despedirmos, gostaria de lhe pôr uma última questão: uma coisa que muito intriga os seus vizinhos, e escandaliza, mesmo, as senhoras suas vizinhas da Lapa, é por que é que o Professor, sempre que se desloca à "Pastelaria Carrossel", em de vez de fazer o que qualquer avô normal faria, só dá meio queque ao seu netinho?…

    C.S. – (sorri) Minha senhora, é para que, quando ele encontrar a Maria da vida dele, lhe possa estender a outra metade, e dizer: "Toma, Maria, esta metade estava guardada para ti…"

    FIM

    http://great-portuguese-disaster.blogspot.com/

     
  • At 12:27 da manhã, Blogger António Viriato said…

    Salvou-se a cordialidade, o trato civilizado, mas tudo o resto foi muito fraco, sem chama, sem verve, nem do lado do Poeta, coisa em que o julgávamos mais pródigo. O formato também não ajuda; é demasiado rígido, coloca os candidatos lado a lado e não frente a frente, como se desejaria.A certa altura, parece que estão os dois a debitar um qualquer estudado discurso, cada um por sua vez. Vê-se que não são as pessoas de que o País precisaria para sair da descrença e da desmotivação. Cavaco ganhará, presumivelmente à primeira. Reconhece, finalmente, que a sua reforma educativa foi um fracasso. Afinal, era só pela quantidade, virá agora, assegura-nos, a da qualidade. Tudo isto é muito pouco animador. Nota-se que estes candidatos estão gastos e não conseguem entusiasmar, com discursos repletos de chavões e grandemente retóricos. Com Cavaco, lá teremos o mal menor, ao contrário do que o País sentiu, da primeira vez que ele lhe apareceu, catapultado do Congresso da Figueira. Mas tudo isto já foi há muito tempo... Entretanto, muita decepção se foi instalando, o País entrou num impasse, numa estagnação, num estado deprimente, apesar de tanta sumidade em matéria económica e financeira que o tem administrado...Deus inspire o nosso futuro Presidente, Cavaco Silva, provavelmente... Pelo menos ficaremos mais resguardados das hordas dissipadoras que por aí se espanejam...

     
  • At 12:44 da manhã, Blogger Tiago Mendes said…

    Excelente.

     
  • At 12:49 da manhã, Anonymous Giz said…

    Pagam ao Manuel Alegre para ser deputado, mas ele acha que não faz falta no parlamento e por isso faz gazeta. Ele-lá-sabe se estar no parlamento ou não estar é o mesmo!
    Se Manuel Alegre prometer, caso ganhe as eleições, ter igual comportamento na Presidência da República, ou seja faltar a tudo e não fazer nada, ainda sou capaz de votar no tipo.

    (naoapagar.blogspot.com)

     
  • At 1:05 da manhã, Blogger rb said…

    Nâo percebo como é que se pode ficar satisfeito com um debate entre os dois "principais candidatos" (será?) tão, tõa sensaborão. Também sou dos que não queria ver paulada, mas, que diabo, não tem de haver confronto de ideias, de argumentos, de posições. Foi um debate pobre, sem sumo, sem dialética. Cada um para seu lado a responder ao perguntado, por sinal umas perguntas tb muito cordatas, de vez em quando uns piscar-de-olhos, um sorrizinho de lado, mas nada mais. Ora, entrevistas com ambos já tinhamos. Gostava, obviamente, de mais debate (s.m. acto de debater de discutir um assunto, contrapondo diferentes opiniões, pontos de vista ou razões = DISCUSSÂO OU DISPUTA) para poder comparar devidamente os dois candidatos.

     
  • At 10:32 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Ouve lá, ó Arrebenta, essa entrevista com a katia já começa a cansar. Não há blog em que não apareça.

     
  • At 1:36 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Foi uma entrevista tão cordata, tão mole, tão sensaborona, que Deus nos livre disto como presidente. Ambos os candidatos estavam tão formatadinhos que mais pareciam de plástico, a lembrar o 'fast food'.

     
  • At 6:00 da tarde, Blogger CAA said…

    Eu até gosto do Cavaco. Mas acho mesmo que o "debate" foi chato.
    O modelo encontrado favorece o a monotonia e os enntrevistados não ajudaram a sacudir o torpor.
    Venceu a abstenção.

     

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