Pulo do Lobo

terça-feira, dezembro 13, 2005

Perfeito!

"Para Louçã a sua pátria é a globalização outra" (Joana Amaral Dias, Bicho Carpinteiro). Tão perfeito é que dá vontade de nada acrescentar. Só que, apesar de tudo, se percebe: globalização outra - voto mesmo, não é? [Acrescentado: ler "Vice-versa", de João Gonçalves, no "Portugal dos pequeninos"]

11 Comments:

  • At 12:32 da manhã, Anonymous George said…

    Sabe qual é o siginificado lacaniano de outro(a)?
    Faça como o Woddy Allen vá um psicanalista.....

     
  • At 10:28 da manhã, Anonymous the observer said…

    O conceito de Pátria para Louçã é "engraçado". Os jornalistas deviam ter a "coragem" de perguntar-lhe algo tão simples como, se gosta de Portugal. É que nós não precisamos de candidatos com dúvidas existenciais sobre a sua Pátria.

    Mas outros candidatos de esquerda também são "curiosos". Soares e Alegre agora levam muito a "sério" a condição do PR como Comandante Supremo das Forças Armadas. Só que o primeiro uma vez deu uma bofetada num militar, o segundo foi refractário. Nenhum tem alguma espécie de credibilidade, ou autoridade moral, para falar nas Forças Armadas.

     
  • At 3:58 da tarde, Anonymous Quem? said…

    João Gonçalves?Portugal dos Pequeninos?Não percebo nada.

     
  • At 6:07 da tarde, Anonymous George said…

    Volvidas que são quase 24 horas sobre o post e eu - que não voto CS - arrisco-me a dizer que só o signatário deste comment é que percebeu o seu post.
    Mesmo com adendas a posteriori vc acabou por não conseguir alcançar o efeito desejado.
    Conclusão: quem é hermético às vezes lixa-se!

     
  • At 6:16 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Caro Paulo Tunhas,
    desculpe invadir o espaço de comentários mas queria apenas expressar-lhe toda a minha gratidão e admiração por si.
    Tomara tivessem todos a sua honestidade intelectual.

    Fico contente por apoiar o Prof. Cavaco Silva também.

    Beijinhos,
    Clara Gusmão

     
  • At 7:30 da tarde, Anonymous Félix Esménio said…

    Francisco Louçã
    O semi-deus pagão

    Homem de grandes recursos.
    Dialéctica impecável, extraviada razão
    Frescura séria, de quem não amadurece
    Apontamento arguto, de quem não hesita
    Convicção dogmática, de certezas impossíveis
    Verdades únicas, emoção sem vida
    Estilo original,consumido pelo excesso
    Dedo em riste, de professor que não aprende
    Espírito aberto, para um Universo fechado
    Semi-deus pagão, de uma religião sem fé
    Valha-nos a lucidez, dos que ouvem com a razão
    Sã sensibilidade, dos que não estão dormentes
    E hoje, a pensar no amanhã
    Tomei a decisão de não votar Louçã

     
  • At 8:50 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    O nível dos comentários começa a aproximar-se perigosamente do dos posts.
    Agora ,há um que diz que o Alegre foi refratário (deve ser um "patriota" como o que bateu no Soares); não que isso tivesse quaquer mal durante a guerra colonial, mas não é verdade.
    Enfim, o rigor cavaquista...

     
  • At 8:51 da tarde, Anonymous M.A. said…

    Temos poeta, também aqui.
    O Esménio ainda vai ser candidato a Presidente.

     
  • At 9:58 da manhã, Anonymous the observer said…

    "...não que isso tivesse quaquer mal durante a guerra colonial..."

    A mentalidade de esquerda no seu "esplendor". Não fazia mal ser refractário durante a guerra colonial. Ou, já agora, pisar a bandeira de Portugal durante o Estado Novo. Estão muito bem uns para os outros.

    E a propósito de falta de crebibilidade, achei um piadão aos lamentos do maçon António Arnaut ontem no "Público", dizendo que os partidos políticos actualmente são máquinas de arranjar empregos para os amigos, e intermediários dos interesses das corporações. Deve estar com medo da concorrência...

     
  • At 12:25 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    cuidado com o Esménio, pois o IEFP sabe bem a desgraça que esse fulano deixou à instituição. Graças a Deus que está longe. Pois quando voltar vai vigar-se de muita gente.

     
  • At 10:34 da tarde, Blogger Félix Esménio said…

    Os cobardes refugiam-se no anonimato para praticar a maledicência. E, de permeio, ainda evocam em vão o nome de Deus...

     

Enviar um comentário

<< Home