Pulo do Lobo

quarta-feira, novembro 23, 2005

É que a malta não anda aqui a comer gelados com a testa

O estratégia do activismo anti-Cavaco continua a parecer-me incompreensível. Por um lado, releva-se o alegado silêncio do candidato e exige-se que este debite sapiência sobre todos os grandes assuntos nacionais du jour, da Ota à apanha da castanha. Por outro, em todo o lado vemos os mais profundos, objectivos e incontestáveis juízos de intenção sobre o que o homem pensa e pretende ser se for eleito (em resumo: uma espécie mutante de Salazar ultra-liberal. Coisa para alquimistas, portanto). Para facilidade de compreensão, eu propunha que os activistas se decidissem quanto à táctica. Querem ser o célebre hooligan do Herman ou a não menos famosa personagem desocupada do Ricardo de Araújo Pereira? Em que é que ficamos? Na estratégia do "Ah e tal porque não explicam" ou na do "O que tu queres sei eu, pá"?

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