Pulo do Lobo

quinta-feira, novembro 10, 2005

Promessa eleitoral

José Saramago promete que, caso Cavaco Silva seja eleito, deixará de participar em actos oficiais.
Não há dúvida que a dinâmica de vitória está criada e os contributos chegam de onde menos se espera.

6 Comments:

  • At 2:10 da manhã, Blogger AMN said…

    Meu g'anda maluco man! Tu pah...Tu!
    Ainda me lembro de ti man!
    Abraços e bem vindo a este viciante mundo!
    a.

     
  • At 3:31 da manhã, Blogger Gonçalinho said…

    Só quero lembrar que Saramago "ameaçou" nunca mais poria os pés em Portugal se Durão Barroso ganhasse as eleições. Infelizmente, não cumpriu.
    Eu agradeço que Saramago desapareça dos ecrãs de televisão, e, com um pequeno esforço, das prateleiras das livrarias, mas o homem não cumpre nada!

     
  • At 10:41 da manhã, Blogger ADM said…

    Só para dizer que se esqueceram de linkar um outro candidato à presidência da República. Nelson Magalhães é o seu nome. Um emigrante na Suiça.

    http://www.nelson-magalhaes.com/

     
  • At 10:48 da manhã, Blogger ADM said…

    Só para dizer que acho injustificável o ostracismo a que têm vetado a candidatura de Nelson Magalhães.O homem que defende "uma Presidência , para Reconciliaçâo de todos os Portugueses do Mundo , e das Naçôes de lingua oficial Portuguesa e que se apresenta como "um Emigrante , para Presidente".
    Por favor linkem o homem.

    http://www.nelson-magalhaes.com

     
  • At 11:07 da manhã, Blogger JPB said…

    Saramago já tinha feito a mesma solene «promessa» com o Governo de Durão Barroso. O país, ingrato, não tugiu nem mugiu.

    O homem das purgas revolucionárias no DN (de que não parece arrependido) incha-se de presunção e orgulho na sua eloquência política, acha extraordinariamente imaginativo chamar a Cavaco um «génio da banalidade». Faz questão de o repetir a cada passo.

    Mas ao persistir na sua patética retórica sobrestima o valor que tem no país (como sobrestima o valor que tem no mundo).

    No fundo, as críticas recorrentes ao professor de Economia, ao génio da banalidade, ao homem sem visão humanista nem sentido da democracia; mais não são do que a expressão de um profundíssimo provincianismo. Uma ideia cara a alguma aristocracia intelectual/republicana de que só somos alguém se gostarem de nós «lá fora», se formos ouvidos como sumos pensadores.

    Fica demonstrado: por muito que não se goste dele, Cavaco é o único candidato nestas eleições presidenciais. Todos os outros, e os tolinhos que com eles fazem coro, não passam de anti-candidatos.

     
  • At 3:34 da tarde, Anonymous Vitor Nuno Teixeira said…

    Ai está! Para além dos 100 compromissos agora existe mais um: Cavaco ganha e Saramago desaparece. Ora nem mais!

     

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