Bom perder...
Filipe Nunes sublinha, no seu mário, pela voz do próprio Mário, as qualidades democráticas do mesmo que, segundo si próprio, tem um bom perder "excepcional". Lembrei-me logo (não sei porquê) de um certo embate que Monsieur Soares travou com Nicole Fontaine, para a presidência do Parlamento Europeu... cheio de elevação, dignidade e (antecipado) bom perder democrático.

6 Comments:
At 8:36 da tarde,
Pedro Estácio said…
He,he,he, sem dúvida!!
O Sr.Dr.Marocas tem um bom perder quando ganha,..., caso contrário a coisa não é lá muito democrática!
At 9:49 da tarde,
Anónimo said…
Quem é este?
At 10:28 da tarde,
JFC said…
alguém daqui quer vir a Ibiza depois das eleições?
At 10:52 da tarde,
Anónimo said…
Sr. Rafael Lucas Pires, se é como penso filho do Dr. Francisco Lucas Pires , deixe-me antes de mais felicitá-lo porque apesar de não perfilhar a mesma ideologia do seu pai reconheço que foi uma figura brilhante do pensamento neo-connservador mas democrático em Portugal no pós 25 de Abril, uma pessoa cativante, senhor de um discurso de verbo fácil e inteligente, um verdadeiro comunicador nato e um gentleman da política , que granjeou simpatias em todos os quadrantes da sociedade portuguesa.
Quanto ao seu post, aconselho prudência e caldos de galinha, porque a procissão ainda vai no adro e ainda é cedo para para deitar foguetes.
Embora Cavaco seja o favorito nas sondagens, a verdadeira sondagem é feita nas urnas em 22/01/06 e até ao lavar dos cestos é vindima.
At 11:47 da tarde,
rais said…
Foi hoje a entrevista com Mário Soares na RTP 1. Logo à partida não poderia ser tão bom quanto seria desejável por estar Judite de Sousa do outro lado da mesa. Não suporto estes jornalistas que têm a mania de se comportar como adversários políticos dos seus convidados. Deve ser uma pessoa insuportável. Tal como Mário Soares. Mas a este último desculpa-se o mau génio - aos velhos perdoam-se muitos vícios.
Em todo o caso, esperava que Soares me surpreendesse. Procurei deixar de lado os preconceitos, ouvir atentamente, não me aliar a nenhum dos lados da barricada. Mas nem assim. O jovial avôzinho democrático não sabe nem comportar-se nem ser hábil com as palavras. É um gabarolas, um arrogante, um convencido, um teimoso, um rabugento, enfim: um velhote.
Esperemos pelos debates.
At 8:47 da manhã,
Anónimo said…
Where did you find it? Interesting read »
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